terça-feira, 21 de dezembro de 2010

the beatles


The Beatles foi uma banda de rock britânica, formada em Liverpool em 1960 e um dos atos mais comercialmente bem-sucedidos e aclamados da história da música popular.[1] A partir de 1962, o grupo era formado por John Lennon (guitarra rítmica e vocal), Paul McCartney (baixo e vocal), George Harrison (guitarra solo e vocal) e Ringo Starr (bateria e vocal). Enraizada do skiffle e do rock and roll da década de 1950, a banda veio mais tarde a assumir diversos gêneros que vão do folk rock ao rock psicodélico, muitas vezes incorporando elementos da música clássica e outros em formas inovadoras e criativas. Sua crescente popularidade, que a imprensa britânica chamava de "Beatlemania", fizeram com que eles crescessem em sofisticação. Os Beatles vieram a ser percebidos como a encarnação de ideais progressistas e sua influência se estendeu até as revoluções sociais e culturais da década de 1960.

Com a formação inicial de Lennon, McCartney, Harrison, Stuart Sutcliffe (baixo) e Pete Best (bateria), os Beatles construíram sua reputação nos pubs de Liverpool e Hamburgo durante um período de três anos a partir de 1960. Sutcliffe deixou o grupo em 61, e Best foi substituído por Starr no ano seguinte. Abastecida de equipamentos profissionais moldados por Brian Epstein, que depois se ofereceu para gerenciar a banda, e com seu potencial reforçado pela criatividade do produtor George Martin, os Beatles alcançaram um sucesso imediato no Reino Unido com seu primeiro single "Love Me Do". Ganhando popularidade internacional a partir do ano seguinte, excursionaram extensivamente até 1966, quando retiraram-se para trabalhar em estúdio até sua dissolução definitiva em 1970. Cada músico então seguiu para uma carreira independente. McCartney e Starr continuam ativos; Lennon foi baleado e morto em 1980, e Harrison morreu de câncer em 2001.

Durante seus anos de estúdio, os Beatles produziram o que a crítica considera um dos seus melhores materiais, incluindo o albúm Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (1967), amplamente visto como uma obra-prima. Quatro décadas após sua dissolução, a música do grupo continua a ser muito popular. Os Beatles tiveram mais álbuns em número 1 nas paradas britânicas do que qualquer outro ato musical.[2] De acordo com a RIAA, eles venderam mais álbuns nos Estados Unidos do que qualquer outro artista.[3] Em 2008, a Billboard divulgou uma lista dos top-selling de todos os tempos dos artistas Hot 100 para celebrar o cinquentenário das paradas de singles dos EUA, e a banda permaneceu em primeiro lugar.[4] Eles já foram honrados com 7 Grammy Awards,[5] e 15 Ivor Novello Awards da BASCA.[6]. Já venderam mais de um bilhão de discos. Os Beatles foram coletivamente incluídos na compilação da revista Time das 100 pessoas mais importantes e influentes do século 20.[7]


[editar] "Quinto Beatle"

"Quinto Beatle" é um termo informal usado pelos fãs da banda e por vários comentaristas da imprensa ou de entretenimento, relacionado a pessoas que tiveram uma forte associação com o "quarteto de Liverpool", com exceção de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr. Foi e ainda é atribuído a:

  • Stuart Sutcliffe, pelo seu papel no início do grupo como baixista;
  • Pete Best, baterista do grupo de 1960 a 1962; substituído por Ringo Starr;
  • Neil Aspinall, gerente dos Beatles de sua criação até 1963 e, em seguida, seu assistente pessoal. Foi ao leme da empresa Apple Corps de quase quarenta anos antes de aposentar em fevereiro de 2007, um ano antes da sua morte em março de 2008;
  • Klaus Voormann, artista, amigo dos Beatles e designer das capas do Revolver e do The Beatles Anthology;
  • Brian Epstein, descobridor do grupo e, em seguida, empresário dos Beatles até a sua morte em 1967;
  • George Martin, patrono da gravadora Parlophone, uma divisão da EMI, que contrata os Beatles em 1962. Neste ano em diante, ele produziu quase todos os álbuns do grupo, e escreveu a maior parte dos acordos e instrumentação com os Beatles, tocando teclados com frequência. Ele continua, até hoje, produzindo álbuns póstumos, como a série The Beatles Anthology e a compilação Love;
  • Jimmy Nicol, baterista que substituiu Ringo Starr quando ficou doente, para uma dezena de concertos durante a turnê australiana dos Beatles em junho de 1964;
  • Derek Taylor, assessor de imprensa e confidente dos Beatles. George Harrison disse em 1988: "Só havia dois 'quinto beatle': Neil Aspinall, e Derek Taylor";
  • Billy Preston, tecladista que participou da gravação do álbum Let It Be, e também em algumas faixas de Abbey Road (196

just cause 2


Explosões, destruições e muito, mas muito tiroteio. Em resumo, caos. Essa é a premissa de Just Cause 2. Para os amigos e parentes que passem pela sala enquanto você joga, parecerá que qualquer resquício de sanidade sumiu de sua pessoa; afinal de contas, o jogo é completamente maníaco, e é impossível não se render aos absurdos e mergulhar de cabeça na experiência — muitas vezes literalmente.

Ação, ação e mais ação

Ao contrário de grande parte dos games de ação, essee não demora nem um pouco para engrenar ou mesmo para mostrar ao jogador a que veio. Já de início o objetivo é simples: causar o maior caos possível para poder desbloquear armas e veículos no mercado negro, além de missões e objetivos novos. Mas o que você deve destruir? Basicamente tudo, mas existem algumas diretrizes.

O jogador controla o agente “secreto” Rico Rodriguez, cuja especialidade é sabotar e minar governos inimigos. Seu objetivo desta vez — ele também era o protagonista do primeiro Just Cause — é derrubar o ditador Baby Panay, ao mesmo tempo em que lida com problemas pessoais e uma relação delicada com um grupo de guerrilheiros revolucionários corruptos.

Parece muita coisa? Não é. Na verdade, a história do game não é das mais originais — e nem precisa ser, já que esse não é o foco da experiência. As missões principais aparecem apenas após uma determinada pontuação de destruição ser atingida, o que transfere o cerne da jogabilidade para uma sucessão de eventos, cada um mais absurdo e caótico do que o anterior.

Fantástico

No sentido literal da palavra. Rico é tão versátil quanto James Bond e tão insuperável quanto o lendário Chuck Norris da internet. Afinal de contas, não existe nada que ele não possa realizar, independentemente do quão complicado seja. Na verdade, o seu dom é transformar ações irrealizáveis em algo corriqueiro: desde abrir infinitos paraquedas durante uma queda livre até agarrar-se em qualquer objeto com seu gancho.

Gancho esse que é central à jogabilidade. Ele consiste de uma espécie de “hookshot” similar à vista em inúmeros títulos. No entanto, aqui ele serve para muito mais do que o normal. Você pode usá-lo para mover-se rapidamente, escapar de inimigos ao acessar lugares impossíveis de atingir a pé ou até mesmo para puxar oponentes e fazê-los cair para a morte.

Além de tudo isso, ele pode ser utilizado para ligar dois objetos — ou pessoas ou um misto dos dois. Ou seja, você pode prender um oponente especialmente resistente à sua moto e arrastá-lo até que ele morra. Nada sutil, mas efetivo. Ou então pode prender um enorme sino de igreja a seu helicóptero e quebrar tudo no caminho. As possibilidades são realmente enormes.

Falando em helicópteros, os veículos áereos compõem a parte mais divertida da versão demo. É possível pilotá-los para destruir construções particularmente resistentes com as metralhadoras montadas, se pendurar embaixo deles enquanto estão no piloto automático e até mesmo usar o gancho para pular para outro veículo — tudo isso enquanto no ar! Uma vez pendurado do lado de fora da aeronave inimiga, basta matar os passageiros e ativar um mini-game contra o piloto; se vencer, você adquire o veículo sem nem mesmo ter de pousar.

É claro que uma pessoa mais cética já estará, a essa altura do campeonato, pensando: mas que palhaçada... Mas se esse não é o seu perfil, se segure, pois tem mais.

Nada de brigar com os controles, divirta-se!

Muitos jogos que tentam explorar esse lado mais radical da ação acabam pecando pela dificuldade exagerada em realizar as atividades, o que frequentemente as torna impraticáveis ou até mesmo inviáveis. Não é o caso de Just Cause 2. Tudo aqui foi feito para facilitar a vida do jogador e permitir a criação de sequências de acontecimentos absolutamente espetaculares, para impressionar qualquer um.

Isso se reflete na mira (existe um auxílio que ajuda bastante, já que a câmera se mexe muito), no dano levado (o protagonista aguenta quantidades enormes de sofrimento, incluindo quedas elevadas), facilidade de utilização das ferramentas (paraquedas e gancho podem ser usados a virtualmente qualquer momento), e até mesmo os controles dentro de veículos.

Tudo isso combinado torna a experiência de jogo algo bastante leve, e que não preocupa. Ou seja, nada de passar horas aprendendo as nuances da mira ou os combos mais efetivos com o gancho. Basta sentar na frente do game e começar a botar para quebrar... Literalmente.

Os momentos favoritos do Baixaki Jogos

Devemos dizer que ficamos realmente impressionados com a grandeza do game. Portanto, resolvemos fugir um pouco ao protocolo e expor alguns dos momentos que nos deixaram boquiabertos — e vale dizer que não foram poucos, mas abaixo mostraremos apenas alguns.

O primeiro é sem dúvida quando pegamos um helicóptero pela primeira vez. Estávamos nos batendo um pouco com os controles e subimos alto demais. Enquanto isso, um outro helicóptero atirava em nós e fez nossa aeronave pegar fogo, forçando-nos a pular fora. Caímos em queda livre até logo acima do veículo adversário e nos enganchamos nele, ao mesmo tempo em que dávamos um tiro na testa do passageiro e o pegávamos para nós. Sensacional.

O segundo foi quando estávamos tentando chegar ao alto de uma antena mas escalá-la levaria muito tempo. O que fizemos? Atiramos em um barril de gás que, já sabíamos, sai voando para cima como um foguete, esperamos alguns segundos e antes que ele decolasse nos grudamos no objeto com o gancho — e ele disparou rapidamente nos levando junto, para então nos soltarmos, abrir o paraquedas e chegar à antena. Igualmente fenomenal.

Just Cause 2 não é perfeito, mas personifica realmente o que esperamos de um jogo de mundo aberto. Agora é esperar para ver a versão final e determinar se o título conseguirá prender os usuários por mais do que os 30 minutos que a versão demo disponibiliza, mas se o que vimos é uma indicação do que está por vir, deveremos ter um excelente game em mãos muito em breve.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

lego indiana jones 2


Há mais de 20 anos, Harisson Ford chegava aos cinemas com um dos heróis de maior sucesso das últimas décadas: Indiana Jones. O arqueólogo de humor sarcástico e espírito aventureiro passa em seus filmes por enrascadas que prenderam a atenção de várias gerações.

Com o lançamento do quarto filme da série, sem nome oficial em português, a Traveller's Tales, responsável pelo sucesso de Lego Star Wars, anunciou junto à LucasArts o lançamento de Lego Indiana Jones. O jogo traz a história dos três filmes em uma só aventura, totalmente reproduzida em peças de Lego.

O título conta com o mesmo humor característico dos outros jogos da Traveller's Tales, e reproduz cenas do filme usando peças do brinquedo infantil de montar. Os principais trechos da série de cinema são reproduzidos neste jogo que abrange todo tipo de fã do Dr. Jones.

Leia nossa análise

Imagens

  • LEGO Indiana Jones: The Original Adventures -  Xbox 360 92606
  • LEGO Indiana Jones: The Original Adventures -  Xbox 360 92607
  • LEGO Indiana Jones: The Original Adventures -  Xbox 360 92608
  • LEGO Indiana Jones: The Original Adventures -  Xbox 360 92609
  • LEGO Indiana Jones: The Original Adventures -  Xbox 360 92610
  • LEGO Indiana Jones: The Original Adventures -  Xbox 360 92611
  • LEGO Indiana Jones: The Original Adventures -  Xbox 360 92612
  • LEGO Indiana Jones: The Original Adventures -  Xbox 360 92613
  • LEGO Indiana Jones: The Original Adventures -  Xbox 360 92614

COD Black Ops


O novo Call of Duty está sendo desenvolvido pela Treyarch, a mesma responsável por World at War. Desta vez, o jogador viverá vários momentos da Guerra Fria, passando por países como Vietnam, Cuba e Rússia. A promessa é uma campanha intensa e encharcada pela brutalidade da guerra.

Quem já conhece a franquia provavelmente notará várias semelhanças, principalmente em relação a Modern Warfare. Assim como no game que retrata conflitos modernos, Black Ops trará missões em que o jogador deve controlar a câmera de uma aeronave e dar ordens aos soldados que lutam no campo de batalha. Além disso, o título contará com várias armas novas, incluindo até mesmo um poderoso arco e flecha.

Black Ops conta também com um modo multiplayer cooperativo para até quatro pessoas. Desta vez, contudo, não se trata de simples missões isoladas da campanha. Em vez disso, os parceiros participarão da campanha integral do título.

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Call  of Duty   Black Ops  [XBOX360]

Call of Duty   Black Ops  [XBOX360]
Servidor – MegaUpload
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8

nail´d


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Parte 2
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Parte 7

Red Dead Redemption – Undead Nightmare [XBOX360]


Parte 1
Parte 2
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Parte 7



harry potter and the deathly hallows


São três objetos que, segundo a História dos Três Irmãos contida no livro Os Contos de Beedle, o Bardo, foram dados pela Morte como prémio a três irmãos que conseguiram, através da magia, fazer a travessia de um rio onde ninguém jamais sobrevivera. Os três objetos eram a Varinha das Varinhas, a Pedra da Ressurreição e o Manto (Capa) da Invisibilidade, representados num símbolo (ao lado) por uma reta vertical, um círculo e um triângulo, respectivamente. Porém, no final do livro o próprio Dumbledore admite que esse conto não passava de uma lenda. Para ele, os irmãos nunca encontraram "A Morte" e suas relíquias. Eles eram apenas bruxos talentosos que conseguiram produzir artefactos tão poderosos.

[editar] O Conto dos Três Irmãos

"Era uma vez três irmãos que viajavam numa estrada deserta e tortuosa ao anoitecer. Depois de algum tempo, os irmãos chegaram a um rio fundo demais para passar a pé e perigoso demais para atravessar a nado. Os irmãos, eram porém exímios em magia, e então simplesmente agitaram as suas varinhas e fizeram aparecer uma ponte sobre as águas traiçoeiras. Iam a meio da ponte quando viram o caminho bloqueado por um vulto encapuzado. Era a Morte.

E a Morte falou-lhes. Estava zangada por ter sido roubada em três novas vítimas, porque o normal era os viajantes se afogarem no rio. Mas a Morte era astuta. Fingiu felicitar os três irmãos pela sua magia, e disse que cada um ganharia um prémio por ter sido inteligente o bastante para lhe escapar.

Então, o irmão mais velho, que era um homem combativo, pediu uma varinha mais poderosa que todas as que existissem: uma varinha que vencesse sempre todos os duelos, uma varinha digna de um feiticeiro que derrotara a Morte! Então, a Morte atravessou a ponte, dirigiu-se a um velho sabugueiro na margem do rio, moldou uma varinha de um galho da árvore e entregou-a ao irmão mais velho.

Depois, o segundo irmão, que era um homem arrogante, resolveu humilhar ainda mais a Morte e pediu o poder de restituir a vida aos que ela levara. Então a Morte apanhou uma pedra da margem do rio e entregou-a ao segundo irmão, dizendo-lhe que a pedra tinha o poder de ressuscitar os mortos.

Depois, a Morte perguntou ao terceiro e mais jovem dos irmãos, o que queria. O irmão mais novo era o mais humilde e também o mais sensato dos irmãos, e não confiava na Morte. Pediu, então, algo que permitisse ele sair daquele lugar sem ser seguido pela Morte. E a Morte, de má vontade, entregou-lhe o seu próprio Manto da Invisibilidade.

Depois a Morte afastou-se para um lado e deixou os três irmãos continuarem o seu caminho e foi o que eles fizeram, comentando, com espanto, a aventura que tinham vivido e admirando os presentes da Morte.

No devido tempo, os irmãos se separaram, seguindo cada um o seu destino. O primeiro irmão viajou uma semana ou mais e, ao chegar a uma vila distante, procurou outro feiticeiro com quem tinha desavenças. Armado com a Varinha de Sabugueiro como arma, ele não poderia deixar de vencer o duelo que se seguiu. Deixando o inimigo morto estendido no chão, o irmão mais velho dirigiu-se a uma estalagem, onde se gabou, em alto e bom som, a poderosa varinha que arrancara à própria Morte, e que o tornava invencível.Na mesma noite, outro feiticeiro aproximou-se silenciosamente do irmão mais velho enquanto dormia na sua cama, embriagado pelo vinho. O ladrão levou a varinha e, para à cautela, cortou o pescoço ao irmão mais velho. Assim a Morte levou o irmão mais velho.

Entretanto, o segundo irmão viajou para a sua casa, onde vivia sozinho. Aí, tomou a pedra que tinha o poder de ressuscitar os mortos e girou-a três vezes na mão. Para seu espanto e satisfação, a figura da rapariga em que tivera esperança de desposar, antes da sua morte precoce, surgiu instantaneamente diante dele. Contudo, ela estava triste e fria, separada dele como que por um véu. Embora tivesse retornado ao mundo dos mortais, o seu lugar não era ali, e ela sofria. Por fim, o segundo irmão, enloquecido pela saudade, matou-se para poder verdadeiramente se unir a ela. E assim a Morte levou o segundo irmão.

Embora a Morte procurasse o terceiro irmão durante muitos anos, jamais conseguiu encontrá-lo. Somente quando atingiu uma idade avançada é que o irmão mais novo tirou, finalmente, o Manto da Invisibilidade e o deu ao seu filho. E então acolheu a Morte como uma velha amiga e acompanhou-a de bom grado, e como iguais, partiram desta vida."

[editar] Varinha de Sabugueiro (nome português) / Varinha das varinhas (nome brasileiro)

Foi dada pela Morte a pedido do irmão mais velho, guerreiro, que queria uma varinha que vencesse a todos os duelos e honrasse um feiticeiro que havia derrotado a morte. Feita da madeira de um galho de sabugueiro encontrado nas encostas do rio. Na mesma noite, dormindo, embriagado com vinho, o irmão mais velho teve a Varinha de Sabugueiro roubada e o ladrão cortou o seu pescoço. Assim a Morte levou para si o irmão mais velho. Segundo J.K. Rowling, a varinha é feita de um pêlo da cauda de um testrálio, uma poderosa substância, que só pode ser usada por aquele que consegue encarar a Morte. E é por isso que acontece tal fatalidade nas ultimas cenas do livro

[editar] A Pedra da Ressurreição

Foi dada pela Morte ao segundo irmão que, descrito como arrogante, resolveu humilhá-la trazendo pessoas de volta à vida. Também na mesma noite, indo para sua casa onde morava sozinho, o segundo irmão virou a pedra três vezes na mão e desejou que trouxesse a vida a mulher com quem sonhou em se casar, antes de sua morte prematura. A mulher apareceu à sua frente, porém fria e triste e, embora estivesse no mundo dos mortais, não lhe pertencia e sofria. O segundo irmão finalmente suicidou-se, levado a loucura, para se juntar finalmente a mulher que amava no mundo dos mortos. Assim a Morte o teria pego para si.

[editar] O Manto da Invisibilidade (Portugal) / Capa da Invisibilidade (Brasil)

Foi dada pela Morte ao irmão mais jovem (Ignoto Peverell) e menos pretensioso que, não acreditando na Morte, buscava uma maneira de sair de lá sem que fosse seguido por ela. Contrariada vendo o seu plano de pegar os três irmãos para si falhar, a Morte deu-lhe o seu próprio Manto de invisibilidade. O irmão mais jovem viveu o resto da vida sob a capa, retirando-a somente quando estava com idade avançada e a deu para seu filho. Confraternizou com a Morte e foi com ela feliz, como velhos amigos. A capa passou de geração em geração até chegar a Harry, o último descendente vivo de Ignoto Peverrel.







SUPER street fighter


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O primeiro jogo de luta é considerado o Victronics' Warrior (1979), que apresentava gráficos vetoriais onde dois cavaleiros lutavam vistos de cima. O próximo só apareceria anos depois, em 1984, com o jogo Karate Champ da DataEast. Este é considerado o primeiro jogo de luta para dois jogadores, apresentando dois controles. Seguindo seus passos, a Konami lançou Yie-Ar Kung Fu, em 1985 com gráficos impressionantes (para a época) e cheio de detalhes nos cenários. Vendo o sucesso de ambos os games, a Capcom decidiu lançar seu próprio jogo que tivesse características de ambos os jogos. Assim nasceu Street Fighter.[2]

[editar] Jogos da série

[editar] Street Fighter

Street Fighter fez pouco impacto em seu lançamento. Porém seus controles eram inovadores, com 1 joystick e 2 botões hidráulicos, que dependendo da força davam potência diferente ao golpe. Como geralmente se batia com muita força, foram trocados pelos 6 botões que se tornaram tradição na série.

O game acompanhava Ryu ou Ken Masters , duelando com 10 lutadores de 5 países. O game introduziu os golpes especiais da Bola Flamejante (Ball of Fire, Hadouken, 波動拳), Soco do Dragão (Dragon Punch, Shoryuken, 昇龍拳), e Chute Furacão (Hurricane Kick, Tatsumaki Senpukyaku, 竜巻旋風脚), que ficariam com Ryu e Ken pelo resto da série. Sagat, ainda sem a cicatriz no peito, é o chefe final do jogo.

[editar] Street Fighter II

Inicialmente lançado como Street Fighter II: The World Warrior em 1991, SF II tornou-se um grande sucesso, popularizando o estilo de jogo. Controlando entre 8 jogadores (Ryu, Ken, Blanka, Zangief, Dhalsim, Guile, E. Honda, e Chun-Li, todos de países diferentes exceto os japoneses Ryu e Honda, e os americanos Ken e Guile), além de 4 chefes (Sagat, que aparecera no jogo original; Mike Bison, Balrog, e Vega). Por sinal, os três chefes "novatos" tiveram seus nomes alterados fora do Japão (o boxeador afro-americano era chamado M. Bison, parodiando Mike Tyson; para evitar processo, a Capcom rebatizou-o como Balrog, que era o nome do toureiro espanhol rebatizado Vega; que era o nome do chefe final, esse batizado como M. Bison).

Esta versão número II do street fighter também conheceu o seu sucesso através de Trilhas Sonoras bem-trabalhadas desta vez, como a melodia inspirada em elementos chineses no estágio da Chun-Li e na melodia adaptada de guitarra do estágio do Guile, sendo que todos os sons do jogo são disponíveis para escuta nos menus iniciais do jogo; é possível inclusive encontrar versões realizadas por bandas fans na internet em piano e/ou guitarra, alguns até com letra (vocal) não-oficial.

O jogo também inovou a forçar o protagonista viajar por diferentes países através de cenários locais, como os elefantes na fase do Dhalsim, elementos japoneses nos estágios de E. Honda e Ryu (mostrando cenários tipicamente orientais) e inclusive o interior brasileiro na fase relativa ao Blanka.

Além de receber conversões para o Super NES (ajudando o console a vender no começo da década de 1990) e Commodore 64,IBM PC e Commodore Amiga, SF II recebeu novas versões:

  • Street Fighter II': Champion Edition (1992), convertido para o Turbografx-16, Sega Mega Drive, e Sega Master System (produzido pela Tec Toy)
  • Street Fighter II' Turbo: Hyper Fighting (1992), convertido para o SNES, e lançado para o Xbox Live Arcade do Xbox 360.
  • Super Street Fighter II: The New Challengers (1993), que adicionava os personagens Cammy White, Fei Long, T. Hawk e Dee Jay. Versões para Amiga, DOS, 3DO, Dreamcast, GBA, PlayStation, Sega Saturn, Mega Drive e SNES.
  • Super Street Fighter II Turbo (1994), que adicionava o personagem Akuma alem de voce poder escolher a velocidade do jogo.
  • Hyper Street Fighter II: The Anniversary Edition (2003), edição especial comemorativa de 15 anos de Street Fighter, lançado para X-Box e PS2. O Hyper Street Fighter II: The Anniversary Edition (HSFII:TAE) reúne as cinco versões oficiais do SFII (The World Warrior, Champion Edition, Turbo/Hyper Fighting, Super e Super Turbo) numa 'hiper' edição que permite recriar um combate entre qualquer personagem de qualquer SFII. É, sem dúvida, uma retrospectiva de entretenimento inalterada, mas não existem muitos games da época do SFII que tenham permanecido tão fortes até os dias de hoje. Os elementos "novos" são a já referida possibilidade de escolher um personagem de cada versão, as músicas em versões Arrange (além das versões em CPS-1 e CPS-2) e versões em CPS-1 de músicas como a do Opening de Super Street Fighter II: The New Challengers e de lutadores surgidos somente a partir dessa versão (Cammy, Fei Long, Dee Jay, T. Hawk e Gouki) que não existiam até então. Será que o simples Guerreiro Mundial Ryu consegue derrotar o super peso-pesado Super Turbo Ken? Será que a Hiper Lutadora Chun-Li consegue ser melhor que a sua Super encarnação? Só existe uma forma de descobrir. Para evitar desigualdades evidentes, a Capcom manteve o equilíbrio de jogo de cada uma das edições, mas enquanto as personagens das edições mais recentes beneficiam de movimentos extra, os elementos das edições anteriores são bastante mais poderosos. Embora os não seguidores deste título possam ficar espantados com a excessiva onda de entusiasmo à volta deste game, para os fãs que seguiram o game ao longo dos anos representa uma oportunidade única. Desde então o melhor Street Fighter II já lançado até hoje.
  • Super Street Fighter II Turbo HD Remix (2008), novo remake da Capcom, o jogo está todo redesenhado em alto definição e está disponível apenas Playstation 3 e Xbox 360. O jogo conta com toda jogabilidade original em gráficos novos desenhados pela UDON Comics e tráz os 16 personegens originais de Super Street Fighter II Turbo e também o secreto Gouki.

[editar] Street Fighter III

Street Fighter III fora lançado em 1997. Não teve tanto sucesso quanto o II. Um dos motivos atribuidos foi pelo advento de jogos de luta em 3D como Tekken, e a ausência de muitos personagens famosos do jogo anterior. Foram lançadas três versões de Street Fighter III:

  • Street Fighter III: New Generation (1997): Jogo lançado com 12 personagens, dos quais apenas Ryu e Ken já eram conhecidos. Os 10 personagens novos (9 lutadores e 1 chefe) são Sean, Oro, Dudley, Elena, Yun, Yang, Necro, Alex, Ibuki e Gill (o chefe).
  • Street Fighter III: 2nd Impact - Giant Attack (1998): Segunda versão do jogo, trouxe algumas mudanças na jogabilidade e 3 novos personagens: Akuma (presente em outros jogos da série), Hugo (personagem original de Final Fight) e Urien.
  • Street Fighter III: 3rd Strike - Fight for the Future (1999): Última versão do jogo, trouxe novamente mudanças na jogabilidade. Todos os cenários são novos, e o visual dos personagens foi renovado. Traz 5 novos personagens: Makoto, Remy, Twelve, Q e Chun-Li (presente em outros jogos da série). Nas versões para Playstation 2 e Xbox 360 é possível, através do menus "Extra Options", modificar a jogabilidade, deixando o jogo com o estilo desejado pelo jogador.

As duas primeiras versões foram lançadas para o Sega Dreamcast como Street Fighter III: Double Impact(ou "W Impact"). A terceira versão fora lançada para Sega Dreamcast e incluida em Street Fighter Anniversary Collection para PlayStation 2 e Xbox.

[editar] Street Fighter Alpha

Street Fighter Alpha é uma subsérie, com 3 games e uma compilação por ora.

  • Street Fighter Alpha (1995), convertido para Game Boy Color, PlayStation, Sega Saturn e Windows.
  • Street Fighter Alpha 2 (1996), convertido para PlayStation, Sega Saturn, SNES e Windows.
  • Street Fighter Zero 2 Alpha (1996), convertido para PlayStation e Sega Saturn (na versão caseira - Street Fighter Alpha 2 Gold -, a personagem Cammy foi incluída no modo "Versus").
  • Street Fighter Alpha 3 (1998), versão de Arcade. Nas verões caseiras, atualização incluindo novos personagens (Guile, Dee Jay, T. Hawk, Fei Long, Evil Ryu e Shin Akuma) lançado para Playstation, Sega Saturn e Sega Dreamcast.
  • Street Fighter Alpha 3 Upper (1999), versão de GBA incluindo mais 3 novos personagens (Maki, Yun e Eagle).
  • Street Fighter Alpha 3 Max (2006), versão lançada para PSP que contou com mais uma atualização incluindo Ingrid nos personagens.
  • Street Fighter Alpha Anthology (2006), compilação para o PlayStation 2.

[editar] Street Fighter IV

Durante o evento londrino "Capcom Gamers' Day 07", a Capcom anunciou entre vários títulos, que o tão esperado Street Fighter IV. Foi exibido inclusive um teaser em que Ryu e Ken se enfrentam.

O jogo conta com gráficos 3D e gameplay 2D, este estilo de jogo sendo conhecido como "2.5D". Todos os personagens da primeira versão Street Fighter II estão presentes. incluindo os chefes. Participam também cinco personagens novos, Abel, Crimsom Viper, El Fuerte, Gouken e Rufus, na versão de casa também estarão presentes Dan Hibiki, da série Street Fighter Alpha, e Fei Long, também foi anunciado um novo personagem como chefe final, chamado Seth.

Entre as novidades um modo online, animações no estilo anime contando a história dos personagens (na versão caseira, no arcade deverão usar apenas frames das animações).

  • Super Street Fighter IV - Em 2010, é lançado para Xbox 360 e Playstation 3, a continuação de Street Fighter IV, com novos cenários, personagens e muito mais atrativos ao jogo. Além de todos os personagens de Street Fighter IV, retornam T. Hawk, Dee Jay, (Super Street Fighter II - The New Challenges), Cody, Adon, Guy (Street Fighter Alpha 3) Dudley, Ibuki e Makoto (Street Fighter III - 3rd Strike) e fechando o novo titulo com mais dois estreantes na briga, Juri e Hakan.
  • Super Street Fighter IV - Arcade Edition - O game, já lançado para os consoles domésticos, ganhará uma versão arcade, 16 dezembro de 2010 (no Japão), com algumas novidades. Entre as já divulgadas, são a inclusão dos "irmãos Lee": Yun e Yang, de Street Fighter III. Existe a expectativa do anúncio de mais 4 personagens.
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infamous


Infamous (estilizado como inFamous) é um jogo no estilo sandbox exclusivo para o PlayStation 3. Ele foi desenvolvido pela Sucker Punch Productions e publicado pela Sony Computer Entertainment. O jogo foi lançado internacionalmente em maio e junho de 2009. Em Infamous, o jogador controla o protagonista Cole MacGrath, um mensageiro de moto capturado no epicentro de uma explosão que assola vários blocos da cidade fictícia chamada Empire City. A explosão envia a cidade para o caos, enquanto Cole encontra-se com novos super-poderes baseados na electricidade . Embora o jogo segue a história de Cole usando suas novas habilidades para restaurar alguma aparência de ordem, em Empire City, é dado o jogador várias oportunidades para usar estes poderes para o bem ou para o mal, no jogo é usado o sistema de Karma, afetando, em última instância o crescimento personagem, a reação de Cole em sentido a relação na população da cidade, como elementos finais da história.

A Sucker Punch desenvolveu infamous como uma mudança de ritmo compradao com seu jogo anterior Sly Cooper série baseado em stealth, mas usando como uma inspiração de contar a origem da história a revistinha em quadrinhos para ajudar o jogador a ficar mais conectado com Cole. O ritmo do jogo e a introdução de novos super poderes e da facilidade de circulação sobre a cidade por meios não convencionais foram fatores críticos durante o desenvolvimento. Amon Tobin foi um dos artistas que ajudaram a elaborar a sua trilha sonora destinada a refletir uma desolada atmosfera urbana no jogo.

O jogo foi bem recebido pela imprensa jogo. Ele foi elogiado por muitos críticos pelo seus elementos, incluindo a implementação de poderes manobra para escalar paredes e agilidade de Cole, e do conteúdos estrutural das missões, bem como a soma desses elementos que torna o jogo muito atraente. Os Revisores comentou sobre a natureza repetitiva de combater os inimigos, as limitações no sistema de Karma, e os aspectos técnicos no display gráfico. Infamous foi também comparado pelo projeto da Radical Entertainment o jogo Prototype, lançado no mês seguinte, com muitos elementos semelhantes aos de infamous, incluindo exploração em um mundo aberto o estilo de cidade e o desepero do protagonista querer se tornar forte.

[editar] Jogabilidade

Infamous é um jogo no estilo sandbox, que combina elementos de plataforma, tiro em terceira pessoa, enigmas, e elementos de RPG. O jogador controla o personagem Cole e interage com o mundo da Empire City a cidade natal de Cole, através do recém-adquirido poder de Eletrocinese que são usadas para a circulação, tanto para atacar e se defender nos combates, usados para melhorar ou para piorar o modo como de tratamento perante aos cidadãos da Empire City. Para Cole usar seus poderes, ele deve ter guardado a carga de energia elétrica, representada por um cronometro sobre a visão e controle do jogador. O jogador pode recarregar Cole por drenagens de electricidade a partir de fontes de alimentação (que exige que Cole reinicie seus poderes no principal gerador nessas área), ou de seres vivos; a recarga também restaura a saúde Cole, mas se o jogador fica de fora da batalha por algum periodo, a saúde de Cole vai se recuperando sozinha durante ao longo do tempo. O jogo apresenta dezessete diferentes poderes eléctricos que vão desde simples parafusos que não consomem energia para Cole, campos magneticos, e trovoadas que drenam a maior parte da energia da Cole. O jogador pode usar estes poderes contra ambos, viver metas e para o ambiente, dando aos jogadores opções em determinadas situações. Por exemplo o jogador pode disparar raios em um gerador perto dos inimigos para causar-lhe danos explodindos eles e deixar seus adversários aleijado, ou usar o fogo no corpo de água, utilizando a vantagem das águas na condutividade para matar o inimigo. Devido à sua estabilidade com a electricidade, Cole é incapaz de utilizar veículos na cidade, pegar armas, ou nadar. No entanto, Cole, sendo um explorador urbano , é capaz de escalar facilmente edifícios e outras estruturas, como pulos em grandes distâncias sem ter prejuízos; estas manobras podem ser combinadas com poderes eléctricos exclusivos de Cole's para combater certas situações. Uma série de "stunts", aparece como opção disponivel para o jogador quando for matar os inimigos, em condições específicas (por exemplo, matar um inimigo enquanto ambos Cole e o seu inimigo estiverem no ar), ficam disponíveis para serem completados.

[editar] Ligações externas




Uncharted 3


Apesar de parecer apenas um boato, pode ser que não estejamos tão longe da realidade. Os fãs da série lembram que a história da primeira edição de Uncharted se passou nas selvas da América, em seguida, para a seqüência, foram escolhidas as montanhas frias do Himalaia. Enfim, Nathan Drake já passou por belas paisagens e violentos confrontos em diferentes climas, seria o momento para desfrutar do calor dos desertos da África?

Uncharted 3 no deserto?

Uncharted 3 no deserto?

Apesar de não termos muitos dados oficiais sobre Uncharted 3, isso não impede de colocarmos a imaginação para funcionar em que tipo de armadilhas ou situações perigosas poderíamos ver na nova trama da Naughty Dog. O site Kotaku observou bem que existe uma semelhança entre a história de Uncharted e os filmes de Indiana Jones (pelo menos com o local), já que no primeiro dos três filmes (estrelado por Harrison Ford) o caçador de tesouros, Indiana Jones, está situado na selva sul-americana, no segundo filme, viaja para o Nepal, para as montanhas geladas e em seguida, no terceiro filme, a história se passa no deserto egípcio.

Agora só nos resta aguardar até o dia 12 de dezembro, quando todos os olhares estarão no Video Games Awards, para quem sabe, conferir um trailer exibindo Nathan Drake em algum deserto.

God of War lll


God of War III inicia imediatamente no final de God of War II, com Kratos montado em Gaia e os outros Titãs escalando o Monte Olimpo em encontro aos deuses. No topo da montanha, Zeus, Poseidon, Hades, Hermes e Helios se preparam para a batalha. Kratos em seguida aparece fazendo seu caminho passando pelo braço direito de Gaia, quando um leviatã, aparece e começa a atacar Kratos. Depois da batalha e de aparentemente matar um dos vários leviatãs, ele encontra com Poseidon em sua forma aquática. Depois de enfraquecê-lo, Kratos tira Poseidon de dentro de sua "armadura aquática" e começa a torturá-lo, consequentemente matando Poseidon. Gerando uma inundação enorme que engole o mundo em água, fazendo com que apenas pudesse se ver pequenas partes das montanhas que ali ficavam. Mais tarde, Kratos e Gaia chegam ao topo do Monte Olimpo, e encontram com Zeus. Depois de uma conversa entre pai e filho, acabam sendo derrubados do Monte Olimpo por um raio dele. Após ambos serem jogados para trás, Gaia tenta se segurar ao Monte Olimpo mas acaba fazendo com que Kratos não consiga se segurar nela. Gaia diz que não pode ajudá-lo, e explica para Kratos que se ela ajudá-lo ambos iriam cair. Ela fala que a guerra dos Titãs com os Deuses é mais importante que a vingança de Kratos, e que ele fora um mísero peão para essa luta. Após isso, ele cai do Monte Olimpo enquanto Gaia continua tentando se segurar.

Durante a queda, Kratos e a Blade of Olympus (Espada do Olimpo) são separados, com Kratos caindo no rio Estige. Ele nada até a margem, mas conforme vai se aproximando da borda, as almas do submundo tiram suas forças, diminuindo sua barra de vida, e de magia, tirando todos os seus red orbs e deixando as Athenas Blades (Lâminas de Atena) completamente inutilizáveis. Emergindo do rio, Kratos encontra o espírito de Atena, que lhe dá as Blades of Exile (Lâminas do Exílio), em troca de sua confiança. Mais tarde, Kratos recupera a Blade of Olympus (Espada do Olimpo) e com Atena mais uma vez para guiá-lo, sai em busca da Flame of Olympus (Chama do Olimpo), na qual Atena disse que era de onde os Olimpianos tiravam a força deles. Emergindo do submundo, depois de matar Hades e roubar sua alma; e consequentemente liberando todas as almas que o submundo guardava; Kratos encontra Gaia, a causadora de sua queda, tentando voltar à guerra no Monte Olimpo. Com raiva por ela negar sua vingança contra Zeus, Kratos corta a mão dela fora, fazendo-a cair.

Durante o caminho, Kratos elimina Helios, que em consequência de sua morte, acaba fazendo com que a lua ficasse na frente do Sol, causando um eclipse permanente e envolvendo o mundo numa chuva e escuridão eterna. Após uma longa jornada, ele descobre que a Flame of Olympus (Chama do Olimpo) estava guardando a Caixa de Pandora, que continou a existir depois do seu encontro com Ares. Seu conteúdo é dito ainda ser capaz de matar um deus, Atena explica para ele que a única maneira de extrair a Flame of Olympus (Chama do Olimpo) é achar Pandora, que é a chave para extrair a Chama e possibilitar que a caixa seja aberta novamente. Mas a frente ele derrota Hermes, cuja morte libera uma praga envolve todo o resto da humanidade que sobreviveu as inundações e a outras calamidades. Em seguida ele encontra seu irmão, Hercules, Kratos o mata e adquiri as Nemean Cestus (Cestus de Neméia). Quando Hefesto descobre os planos de Kratos de encontrar Pandora, ele sugere que Kratos vá para o Tartáro em busca da Omphalos Stone, para que Hefesto pudesse criar uma arma digna de um Deus da Guerra. Sendo que na verdade sua real intenção era matar Kratos para que ele não chegasse a encontrar Pandora, mas Kratos não sabia que em sua ida até lá, teria de encontrar com Cronos, e matá-lo, sem comentar o fato de que a pedra estava dentro do próprio titã. Depois de matar Cronos, e entregar a pedra a Hefesto, assim, Kratos recebe a Nemesis Whip (Chicote de Nemesis), e Hefesto tenta matá-lo logo após dar a arma, numa tentativa de salvar Pandora, sua "filha". Kratos anda por diversos lugares, indo e voltando por vários locais, viajando pelas Chains of Balance, correntes que ligam o Monte Olimpo e o submundo, e acaba encontrando Pandora, dentro do Labirinto. O labirinto foi uma construção de Dédalo, Zeus fez com, que ele construísse esse labirinto para guardar Pandora lá dentro, como se fosse um objeto a ser ocultado e excluído de todo o mundo. Depois de se libertar do Labirinto, junto com Pandora, Kratos desce ao submundo para quebrar as Chains of Balance e possibilitar que ele suba novamente ao Olimpo e traga o Labirinto para lá.

Kratos e Pandora se encontram em um salão, onde esta a Caixa de Pandora. Lá, eles encontram Zeus. Kratos o ataca, e começa a 1ª parte da batalha final do jogo. Depois de Kratos derrubar Zeus, Pandora sacrifica-se para abrir a Caixa de Pandora contra a vontade de Kratos, que a esta hora, não queria perder Pandora, numa tentativa de reinstituir a família que ele tinha perdido. Ele abre a caixa, só para descobrir que ele está vazia. Furioso, Kratos reencontra Zeus em um local nas proximidades, onde novamente se envolvem em uma batalha. No meio da batalha, Gaia emerge e, furiosa, decidi esmagar ambos, pelo fato de que ela considerava que Kratos que tinha traido os titãs. Para evitar seu ataque, eles pulam dentro de Gaia através de um buraco perto de seu pescoço. Dentro de Gaia, Kratos e Zeus comeam a batalhar, dando início a segunda parte da batalha final do jogo. Terminando com Kratos transpassando tanto Zeus quanto o coração de Gaia com a Blade of Olympus (Espada do Olimpo), destruindo a Titã com Zeus junto. Aparentemente morto, Zeus libera seu espírito para atacar Kratos, deixando-o desarmado. O espírito de Zeus então, possuído pelo medo que corrompeu ele após a Caixa de Pandora ter sido aberta pela primeira vez, tenta fazer com que o medo entre na mente de kratos, e o jogo nos leva em uma breve viagem a mente de Kratos . Lá, ele finalmente encontra uma maneira de se redimir por suas falhas, perdoando a si mesmo por seus pecados passados, e aprende que a esperança é a sua arma mais poderosa. Voltando a si, Kratos acorda, luta, tortura, e finalmente destrói o espírito de Zeus, matando o Deus dos Deuses. Mas aparentemente não causando nenhum dano ao mundo, apenas raios que agora desciam dos céus mais frequentemente.

O espírito de Atena aparece, exigindo a Kratos o poder que tirou da Caixa de Pandora. Ele responde que estava vazia, o que Atena não acredita. Mas então ela explica que, quando Zeus prendeu todos os males do mundo dentro da caixa, ela temia o que poderia acontecer caso ela viesse a ser aberta, e colocou seu próprio poder dentro da caixa, a esperança. Ela então percebe que, quando Kratos abriu a caixa ao derrotar Ares, o mal escapou e contaminou os deuses, enquanto que Kratos ficou com a Esperança, o poder que Atena havia colocado dentro da caixa. Atena novamente pede a Kratos seu poder de volta, acreditando que ela saberia a melhor forma de usá-lo para reconstruir o mundo. Em vez disso, Kratos tira a própria vida com a Blade of Olympus (Espada do Olimpo), liberando a energia para toda a humanidade a usar. Enfurecida, Atena pensa que o mundo não vai saber o que fazer com a esperança, e sai do local esvaeçendo aos poucos. No chão, uma poça de seu próprio sangue, Kratos ainda tem lenta respiração. E devagar, a câmera vai saindo do local e escurecendo, dando início aos créditos do jogo.

No final dos créditos, há uma pequena cena, onde Kratos já não está mais no local onde ele caiu, ao lado do Blade of Olympus (Espada do Olimpo), e apenas dá para se notar um pequeno rastro de sangue indo em direção a borda do abismo. Há muita especulação e mistério sobre essa cena, pois aonde Kratos supostamente "morreu", há um símbolo de uma ave talhado no local. Há indícios de que a ave talhada é uma fênix, simbolizando sua ressureição.

[editar] Principais Mortes (em ordem)

  • Poseidon: Kratos acaba com ele torturando e finalizando-o enfiando os polegares em seus olhos, depois disso ele cai do abismo até chegar no mar. Com o deus dos Mares morto, o nível do mar sobe perigosamente, a ponto de inundar quase todas as cidades, permanecendo apenas, as montanhas.
  • Hades: Kratos tira a própria alma do senhor dos mortos com sua própria arma, as Claws of Hades (Garras de Hades). Sem o senhor do submundo, os mortos são soltos, fazendo com que perambulem pelo mundo procurando a redenção que nunca iram alcançar.
  • Helios: Após ter a cabeça espancada e arrancada por Kratos, sem o deus do Sol, para guiar o dia e a noite, o sol é bloqueado por um monte de núvens que encobre o mundo em chuva e em uma escuridão eterna.
  • Hermes: Kratos arranca as duas pernas de Hermes, então, uma praga é liberada pelo mundo que assola todo o resto da humanidade.
  • Hércules: Kratos mata seu próprio irmão, Hércules, esmurrando-o no rosto várias vezes com a Nemean Cestus (Cestus de Neméia).
  • Cronos: Kratos o mata usando a parte central que liga as correntes presas a ele, enfiando a em seu queixo, e finalizando-o com a Blade of Olympus cravada em sua testa.
  • Hefesto (Hephaestus): Hefesto faz várias aparições no jogo, mas depois dele pedir a Kratos a Omphalos Stone, numa tentativa de poupar a vida de sua filha (Pandora), ele trai Kratos tentando matá-lo com o poder elétrico de seu anél, mas Kratos revida e acaba matando o senhor das forjas.
  • Hera: Após Hera chamar Pandora de vadia na frente de Kratos, ele se enfuresse e segura no pescoço dela quebrando-o, matando assim Hera, e fazendo com que a vida das plantas se extinguisse e todas as plantas morressem.
  • Gaia: Após trair Kratos, negando ajudar ele, Kratos considerou Gaia, e os titãs, seus inimigos também. Gaia morre ao ter a Blade of Olympus (Espada do Olimpo) cravada em seu coração, junto com Zeus.
  • Zeus: Primeiro ele é transplantado com a Blade of Olympus em seu peito, depois Kratos tenta lutar com o espírito de Zeus, que acaba sendo derrotado e volta pro corpo novamente, e por fim, é esmurrado por Kratos severas vezes até que o jogador canse de apertar o botão "O" do controle analógico.

[editar] Jogabilidade

God of war III apresenta jogabilidade semelhante ao das versões anteriores. O jogador controla Kratos em uma combinação de combate, plataformas e elementos de quebra-cabeça. As principais armas de Kratos são as Blades of Exile (exceto no curto período de tempo no início quando Kratos usa as Blades of Athena). Novas armas incluem Claw of Hades (Garras de Hades), o Nemesis Whip (Chicote de Nemesis) e a Nemean Cestus (Cestus de Neméia). Esta última arma tem a capacidade de esmagar paredes e escudos feitos de Onyx, mas tem um alcance consideravelmente menor do que a Blades of Exile. As Claws of Hades e Nemesis Whip são semelhantes aos Blades of Exile, sendo ambas utilizadas da mesma forma como ela, mas com seus próprios combos e habilidades mágicas.

Diferentemente dos jogos anteriores da série, o uso de magia é limitado a arma que está equipada. Por exemplo, o Army of Sparta (Exército de Esparta) só está disponível para uso quando Kratos está equipado com as Blades of Exile, ou seja, cada arma tem sua própria habilidade mágica. O Golden fleece, Icarus Wings, e Poseidon's Trident são mantidos de God of War e God of war II. Kratos também ganha a Soul of Hades (alma de Hades), que lhe permite nadar através do rio Styx com segurança e usar as Gates of Hyperion (Portal de Hiperion) - Vale notar que no jogo isso não é considerado como uma relíquia - A Blade of Olympus, ao invés de ser usada como uma arma regular como o Blades of Exile, é usada com a habilidade "The Rage of Sparta". O Rage of Sparta substitui Rage of the Titans de God of War II e Rage of the Gods do God of War. Quando o Rage of Sparta é ativado, a tela tem um brilho vermelho e preto em torno dela e Kratos usa a Blade of Olympus tomando mínimo dano. A Blade of Olympus também é usada em sequências das batalhas de Chefões, quando Kratos está prestes a matar um deus ou um titã. Um novo recurso para God of War III é o uso de itens. Esses itens agem de forma semelhante à magia dos jogos anteriores e, quando são usados, a barra de item se esgota. Além disso, embora o uso de itens é limitada pelo comprimento da barra de item, ela se recarrega automaticamente, o que está em contraste pesado com os jogos anteriores. Itens que Kratos usa em God of War III incluem o Bow of Apollo (Arco de Apolo), a Boots of Hermes (Botas de Hermes), e a Head of Helios (Cabeça de Helios). Ao contrário de God of War II , quando você terminar o jogo, você não tem a opção de iniciar um novo jogo com todas as suas armas, pois senão várias partes do jogo poderiam ser puladas.

Combos de títulos anteriores também retornam, bem como novas combinações e, além disso, Kratos ganha a habilidade de rapidamente alternar as armas no meio da batalha, mudando de armas durante um ataque e permitindo a combinação para continuar. O número máximo de inimigos na tela foi aumentado para 50, em oposição ao máximo de 15 nos God of War anteriores. Além disso, retornam dos jogos anteriores, os Gorgon Eyes (olhos de górgona) e Phoenix Feathers (Penas de fênix, agora com um visual novo), que são usados para aumentar o comprimento da vida e da barra de magia, respectivamente. Além disso, Minotaur Horn (Chifre de Minotauro) foi adicionado para aumentar o comprimento da barra de item. Ao contrário dos jogos anteriores, em que seis desses itens eram necessários para ser encontrados (cinco em Chains of Olympus), apenas três de cada um são necessários para ser aumentada as suas respectivas barras. Esses itens também são colocadas em uma caixa de diferente estilo, ao contrário dos jogos anteriores, em que esses itens foram colocados em baús semelhante a todas os outros, exceto por terem uma cor brilhante. Durante a luta contra o leviatã, a camera se posiciona longe da sequência de luta, no entanto, o jogador ainda pode controlar Kratos quando a camera está se movendo para uma nova posição para as sequências de luta. Esta luta pode ser vista no fim do trailer Vengeance. O mini-game de sexo também retorna a partir de versões anteriores, mas neste jogo, fará uma ligação real com a história.Neste jogo, Kratos dorme com a deusa Afrodite. Também deve ser notado que Afrodite é a única deusa no jogo que Kratos não mata.

O diretor do jogo Stig Asmussen alegou que os recursos de hardware do PlayStation 3 permitem maior flexibilidade na criação de personagens de God of War III e permitir maior interação com o cenário. Christer Ericson da SCE Santa Monica Studios tinha anunciado previamente que God of War III tem carga contínua, ou seja, não existem telas de loading e nenhuma exigência de instalação de HDD. O jogo apresenta 36 troféus, que após obter o troféu de platina, os jogadores estão ligadas ao site, www.spartansstandtall.com. Em 4 de maio de 2010, foi revelado que este site foi um teaser para o segundo título para PSP da franquia, God of War: Ghost of Sparta .

[editar] Armas

Novas armas no jogo, listadas a seguir:

  • Blades of Athena (Lâminas de Atena): As lâminas dadas a Kratos por Athena no final de God of War. Kratos usa elas na primeira parte do jogo, entretanto são logo substituídas pelas Blades of Exile.
  • Blades of Exile (Lâminas do Exílio): Lâminas novas dado pelo espírito de Atena no Submundo, com novas habilidades que são "upgrades" das Blades of Athena, o que representa agora que Kratos foi exilado de seu exército espartano, dos deuses de Olympus, e agora até mesmo dos Titãs.
  • Blade of Olympus (Espada de Olympus): Adquirida no final de God of War II, mas agora ele vai usá-la novamente em God of War III, mas apenas no modo Rage of Sparta (Fúria de Esparta). Kratos é visto frequentemente usando em meio a cenas, e é usada para matar adversários maiores e drenar suas energias.
  • Claws of Hades (Garras de Hades): Adquiridas durante a batalha contra Hades. Vem com a habilidade de invocar almas do submundo para lutar por Kratos.
  • Nemean Cestus (Cestus de Neméia): Duas luvas com cabeças de leões em cada uma, roubadas na batalha contra Hercules. Elas vem com a Nemean Roar (Rugido de Neméia).
  • Nemesis Whip (Chicotes de Nemesis): Feito a partir da Omphalos Stone obtida dentro do corpo de Cronos. Elas carregam uma carga elétrica. Recebeu seu poder a partir do anel de Hefesto, e ironicamente são usados para matar o seu criador.

[editar] Magias

Todas as magias no jogo, diferentemente dos outros da série God of War, estão ligadas a uma arma expecífica, veja aqui a lista delas:

  • Army of Sparta (Exército de Sparta): Kratos invoca soldados espartanos para proteger Kratos numa parede de Phalanx e atacar os inimigos em volta - magia ligada a arma Blades of Exile (Lâminas do Exílio).
  • Soul Summon (Invocação de alma): Kratos invoca um monstro para atacar seus inimigos rapidamente. Vale notar que a alma escolhida irá depender do nível das Claws of Hades, e a alma escolhida pode ser modificada no "menu start" - magia ligada a arma Claws of Hades (Garras de Hades).
  • Nemean Roar (Rugido de Nemeia): Kratos usa as Nemean Cestus para criar uma onde de choque que atordoa os inimigos em volta - magia ligada a arma Nemean Cestus (Cestus de Neméia).
  • Nemesis Rage (Raiva de Nemesis) Kratos lança um raio para frente, como se fosse a habilidade "Cronos Rage" do God of War II, só que esta magia cria um efeito cascata e vai causando dano em inimigo após inimigo - magia ligada a arma Nemesis Whip (Chicotes de Nemesis).
  • Divine Reckoning: Kratos crava a Blade of Olympus (Espada do Olimpo) no chão e causa um vórtex de energia que causa dano aos inimigos no redor - magia ligada a arma Blades of Athena (Lâminas de Athena).

[editar] Itens

Uma outra novidade de God of War III é que há uma nova barra, que é a barra de item, na qual Kratos pode usar um dos seguintes ítens listados a seguir (obs: a barra de item se regenera rapidamente)

  • Bow of Appolo (Arco de Apolo):Um arco que lança flechas flamejantes e que incendeia os inimigos.
  • Head of Helios (Cabeça de Helios): Além de descobrir baús e passagens secretas, pode criar uma explosão de luz deixando todos os inimigos perto de Kratos temporatiamente cegados. Kratos torturou e depois arrancou a cabeça de Helios que tinha acabado de ser esmagado pelo titã Perses (o titã), para fora de sua carruagem.
  • Boots of Hermes (Botas de Hermes): Permite atacar os inimigos em velocidade e correr sobre paredes, os inimigos acertados são lançados no ar e ficam temporariamente, em "slow motion" no ar. Kratos, para pegar as botas teve que correr atrás do mensageiro dos deuses Hermes. Logo após isso, ele arranca as pernas dele fora (consequentemente matando Hermes) e pega suas botas.

[editar] Relíquias

Algumas relíquias adquiridas em antigos jogos da série God of War e durante o jogo.

  • Golden Fleece: Relíquia pega por Kratos no templo de Euryale em God of War II, permite Kratos refletir projetéis e raios e mandá-los de volta para o inimigo.
  • Icarus Wings (Asas de Ícaro): Asas adquiridas por Kratos em God of War II, arrancadas de Ícaro de suas costas. Permite que Kratos sobrevoe por pequenas e longas distâncias.
  • Poseidon Trident (Tridente de Poseidon): Permite que Kratos respire debaixo d´água e de pequenos impulsos para se movimentar rapidamente enquanto submerso.
  • Boreas' Icestone (Pedra de gelo de Boreas): Permite Kratos ativar certos mequanismos dentro e fora do labirinto.

[editar] Godly Possessions (Bens Divinos)

Esses itens mágicos que uma vez ja pertenceram aos Deuses agora podem ser encontrados escondidos em várias partes do jogo, uma vez encontrado, eles podem ser usados a qualquer hora durante a 2ª vez em que você joga o modo História. Eles podem ser bem úteis, mas uma vez ativados, você não vai poder receber trófeus durante todo o jogo.

  • 1 - Zeus' Eagle (Águia de Zeus): Da á Kratos infinito Rage of Sparta (Fúria de Esparta)
  • 2 - Hades' Helm (Capacete de Hades): Deixa o limite das barras de vida, magia e item ao máximo
  • 3 - Helios' Shield (Escudo de Helios): Aumenta o tempo de combo em 3 vezes.
  • 4 - Hermes' Coin (Moeda de Hermes): Ganhe 10 vezes mais red orbs.
  • 5 - Hercules' Shoulder Guard ("Ombreira" de Hércules): Diminui o dano recebido em 33 %
  • 6 - Poseidon's Conch Shell: Da magia infinita.
  • 7 - Aphrodite's Garter: As Blades of Exile (Lâminas do Exílio) são trocadas pelas Athena's Blades (Lâminas de Atena)
  • 8 - Hephaestus' Ring (Anel de Hefesto): Ganhe automaticamente todas as sequências de "O"
  • 9 - Daedalus' Schematics: Dá uso de item infinito.
  • 10 - Hera's Chalice (Cálice de Hera): Faz com que a barra de vida diminua com o tempo, mas nunca completamente esvaziando-a.

[editar] Extras

No menu principal, há uma seção de extras onde você pode encotrar um dos seguintes conteúdos:

[editar] Armaduras e roupas alternativas

Lista das roupas que podem ser usadas em God of War III, após o término do jogo.

  • 1 - Apollo - Aumenta em 50% dano infligido, diminui em 50% dano recebido.
  • 2 - Phantom of Chaos (Fantasma do Caos) - Aumenta em 500% o valor das orbs adquiridas.
  • 3 - Forgotten Warrior (Guerreiro Esquecido) - Diminui em 25% o dano recebido.
  • 4 - Dominus - Causa 200% de dano a mais, recebe apenas 50% do dano e ganha o dobro no valor de red orbs.
  • 5 - Morpheus Armor (Armadura do Morfeu) - Ganha o dobro no valor de red orbs.
  • 6 - Fear Kratos - Diminui em 400% de dano recebido e aumemta em 400% o dano infligido.

Obs.: A única armadura que pode ser pega somente com o jogo, é a "Fear Kratos", que é adquirida logo após o término do jogo. Todas as outras são conseguidas através de compras antecipadas em várias lojas online.

[editar] Videos

No início, há apenas um vídeo, que fala sobre a produção de God of War, mas depois do término do jogo, são liberados vários outros, explicando cada uma das funções dos desenvolvedores. E serão liberados também todos os vídeos que aparecem no jogo.

[editar] Challenge of Olympus

Como nas versões anteriores, o jogo possui um modo de desafio chamado "Challenge of Olympus", com sete desafios. Há também uma modalidade de desafio do bônus que foi incluída chamada "Challenge of Exile", com mais sete desafios. Stig Asmussen afirmou que os desafios podem ser adicionados como conteúdo bônus para manter a série. Outros desafios podem ser adicionados futuramente via Playstation Network.

[editar] Combat Arena

Além dos modos de desafio, uma nova modalidade foi adicionada, chamada "Combat Arena" (vale notar que em God of War II, ja existia esse modo). Aqui, os jogadores têm a opção de criar as suas próprias batalhas com vários inimigos diferentes.

[editar] Personagens

[editar] Monstros Mitológicos

  • Bronze Talos (Talos de bronze): Estátuas animadas de ouro. Eles são parecidos com o Stone Talos (Talos de Pedra).
  • Centaurs (Centauros): Ao contrário dos outros jogos, agora eles são lutadores corpo a corpo e são mestres de hordas dos mortos.
  • Cerberus: O cão de três cabeças que volta com dos jogos anteriores mas agora com a capacidade de ser domado.
  • Chimera: Um sub-boss de três partes. Um monstro com cabeça frontal de leão, uma cabeça em cima de um bode, e uma cauda de cobra.
  • Cyclops (Cíclope): Basicamente, o mesmo que o antigo, mas agora Kratos tem a possibilidade de domá-lo antes de arrancar seu olho.
  • Cyclops Remains (Restos de Cíclope): Um cíclope imcompleto ou feito que aparece apenas no ombro de Cronos.
  • Skorpius: Um novo boss em que Kratos luta na parte de fora do labirinto, dentro das cavernas.
  • Harpies (Hárpias): Usado como ferramenta para transportação, quando Kratos tiver que passar sobre grandes buracos ou fissuras.
  • Leviathan(s): Boss, criação de Poseidon, parte de seu corpo criado através de grandes rochas e água, extremamente fortes.
  • Minotaur (Minotauro): Voltam dos jogos anteriores, e aparecem com ou sem armadura, novamente, a sequência usada por Kratos para matá-los ficou mais realista.
  • Satyr (Sátiro): Aparentemente, igual ao dos jogos anteriores, mas com combos diferentes.
  • Siren: Essas mulheres deformadas usam suas cantorias e magia como antes, mas agora podem se tornar invisíveis.
  • Stone Talos (Talos de Pedra): Guerreiros de pedra feitos pelos Deuses, são increvelmente fortes, mas muito lerdos, e carregam um grande machado, que na sequência para Kratos matá-los, acaba sendo a causa de sua morte.
  • Undead Legionnaire: O tipo mais comum de inimigos em God of War III, que agora podem aparecer 50 deles na tela ao mesmo tempo, ao contrário dos jogos anteriores onde só 15 no máximo eram possíveis. Outra novidade é que agora eles podem correr em direção ao

Kratos para tentar segurá-lo.

  • Wraith: Os inimigos dos antigos jogos da série, que aparecem apenas com novos ataques, e novas sequências de morte.

[editar] Demo na E3 2009

Na E3 de 2009, o jogo apareceu novamente. Dessa vez, os seus produtores apresentaram uma demo do jogo. A demo não foi jogada por completo, porém já pode ser vista muita coisa.

Na demo, Kratos, com a ajuda do Titã Perses, derruba e mata (arrancando a cabeça) do Deus Hélio (Deus do Sol, na mitologia grega), apresentando muitas novidades do novo jogo.

Nesta pequena demo, Kratos ainda usa as Athena`s Blades (Lâminas de Atena, tradução livre), lâminas já conhecidas e que viraram uma marca registrada de Kratos; a Cestus, duas luvas em forma de cabeça de leão; a Fire Bow (Arco de Fogo, tradução livre), um arco que solta flechas de fogo, que atravessam inimigos; e Helios Head (Cabeça de Hélio, tradução livre), que é a cabeça recém arrancada do Deus do Sol, que serve para iluminar a escuridão, e durante algum tempo, cegar inimigos, fazendo com que eles fiquem parados (efeito próximo da cabeça da Medusa e a cabeça da Euríale). No jogo, também é visto o Golden Fleece (Velocínio de ouro, tradução livre), e as Icarus Wings (Asas de Ícaro, tradução livre), ambas vindas de God of War 2 e também, finalmente, as Nemesis Whip's(Chicote de Nemesis, tradução livre), que apresentam-se como duas laminas eletricas com um poder parecido com o Cronos Rage do God of War 2. Agora em God of war III Kratos usa o Rage of Sparta (Raiva de Sparta, Tradução Livre) Onde Kratos invoca a Blade of Olympus. Na nova jogabilidade, também é apresentado o Ram (Trombar), movimento no qual você usa um inimigo para correr e trombar com outros, Ride (Se transportar, tradução livre), onde você pode controlar uma harpia ou um ciclope para voar/atacar e, neste jogo, Kratos ganha a habilidade de 'domar' certas criaturas, como os ciclopes, e usa-los para atacar outros inimigos, antes de mata-los.

Na demo, nota-se que a qualidade gráfica está muitas vezes melhor que em God of War 2. Também pode ser conferido que em God of War 3, o design das orbs foi mudado. Não foi mais adotado o formato de God of War e God of War 2, mas sim o de God of War: Chains of Olympus, ou seja, pequenas bolinhas sem cauda. Foram apresentados também novas criaturas, como a readoção e reformulção dos centauros, e a quimera. As harpias, ciclopes e soldados zumbis foram refeitos. E agora esse jogo tem um intro mostrando toda historia de Kratos, desde que ele vira servo de Ares até matar Atena e ir atrás de Zeus.